Correio dos Campos

Arraiá do Parque terá os sabores tradicionais do campo

Parque Histórico valoriza alimentos típicos da estação para difundir as manifestações culturais brasileiras durante festa caipira.
6 de julho de 2018 às 09:53

COM ASSESSORIAS – O Arraiá do Parque, que acontecerá no sábado (7), no Parque Histórico de Carambeí contará com uma praça de alimentação com um vasto cardápio que traz em seus ingredientes produtos da estação e proporcionam ao público uma viagem gastronômica pelo sabor do campo e pela memória afetiva da comida da vovó.

A organização teve como base as pesquisas desenvolvidas pelo Núcleo de Histórica e Patrimônio do Parque Histórico de Carambeí, as quais estão relacionadas ao Programa Cultura Alimentar lançado no início deste ano, para definir os produtos alimentícios que serão comercializados durante a festa caipira.

O coordenador cultural e historiador do Parque, Felipe Pedroso, ressalta o comprometimento da equipe do Núcleo de História e Patrimônio com pesquisa sobre a alimentação e a propagação da tradição à mesa. “O resgate e a difusão dos sabores tradicionais do campo é uma iniciativa importante vinda de uma instituição focada na preservação das memórias locais. O cultivo de alimentos, as receitas e os preparos são parte imprescindíveis de uma identidade e cultura de um povo e portanto responsabilidade dos museus”

No Arraiá do Parque não poderia ser diferente e como nos outros eventos realizados pela instituição a cultura alimentar se faz presente, e tem seu devido destaque. O festerê terá um cardápio compostos por ingredientes que representam a cultura popular brasileira em temporada das festas juninas e julinas.

“A formação da culinária brasileira deve muito a simplicidade dos modos de vida rurais. Pratos como canjica, pamonha e preparos com amendoim, coco e pinhão são característicos desta estação do ano e simbolizam mais do que simples alimentos, eles representam as manifestações culturais brasileiras dos festejos juninos e julinos pautados principalmente nas raízes campestres e sertanejas”, explica o historiador.

Mais informações pelo telefone 42 3231-5063 e e-mail [email protected]