Correio dos Campos

Parque Histórico se prepara para Semana Nacional de Museus

Núcleo Educativo desenvolve atividade especial para receber grupos escolares durante evento museal.
17 de abril de 2018 às 18:31

COM ASSESSORIAS – Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos – esta foi a temática escolhida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) para a 16ª Semana Nacional de Museus, que acontecerá entre os dias 14 e 20 de maio, com o intuito de celebrar o Dia Nacional de Museus (18 de maio). O Parque Histórico de Carambeí, neste período, se unirá a instituições museais brasileiras e realizará atividades especiais voltadas para o evento.

O coordenador cultural e historiador do Parque, Felipe Pedroso, afirma que é valoroso para a instituição participar deste evento. “A Semana Nacional de Museus é importantíssima para o setor, mais uma vez o Parque Histórico integra junto com museus do Brasil todo as atividades coordenadas pelo Ibram”.

A temática que norteia o evento neste ano vai além dos recursos tecnológicos, explica Felipe. “Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos, expande para outras maneiras de se conectar com o público. No caso do Parque Histórico com o tema podemos mostrar a aproximação do museu à comunidade local e o seu entorno”.

Para essa edição da Semana de Museus o Parque Histórico está com uma programação diferenciada preparada pelo Núcleo Educativo da instituição. As ações são voltadas ao público escolar, será realizada visita guiada pelo museu e Oficina de Fotografia e Narrativa – A História que eu quero contar. A atividade desenvolvida para o evento, foi definida com base na temática escolhida pelo Ibram, utiliza da tecnologia da fotografia e problematiza.

A oficina é uma ação educativa que consiste em uma passeio pelo Parque Histórico acompanhado das fotos do acervo do museu que contribuíram para a montagem da Vila Histórica. Em seguida os alunos terão uma aula final de fotografia, onde será feito o convite para que eles tirem fotos de casas, pessoas e objetos pessoais que acharem importante registrar como parte de sua história.

“Esta ação busca problematizar a história e a fotografia, conscientizar os estudantes de sua condição de sujeitos históricos e produtores de memória quando utilizam a fotografia. A finalidade é problematizar a imagem como uma produção de memória, o que registrou, quem registrou e porque a foto conta mais do que aparenta”, explica Lucas Kugler historiador do Núcleo Educativo da instituição.

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